Alister McGrath (Universidade de Oxford) analisa as conclusões do livro Deus, um delírio e desmantela o argumento de que a ciência deve levar ao ateísmo. McGrath demonstra como Richard Dawkins abandonou sua usual racionalidade para abraçar o amargo e dogmático manifesto do ateísmo fundamentalista.
— Francis Collins, Diretor do Projeto Genoma
Os autores de O delírio de Dawkins atacam o flanco do fundamentalismo ateísta de Dawkins e conseguem afastá-lo do campo de batalha.
— Publishers Weekly
Na verdade, é de fato bastante difícil escrever uma resposta a esse livro [Deus, um delírio] — não por ser bem argumentado ou reunir muitas evidências esmagadoras em seu favor. O livro é em geral pouco mais que um ajuntamento de factóides convenientemente exagerados para alcançar o impacto máximo e fragilmente organizados para sugerir que constituem um argumento. Dar réplica a tal seleção apelativa de evidências seria por demais tedioso, o que apenas levaria a um livro extremamente obtuso, de configuração impertinente e reativa.
No entanto, embora cada distorção e exagero de Dawkins possam ser objetados e corrigidos, um livro que só oferecesse tal ladainha de correções seria catatonicamente enfadonho. Assim, supondo que Dawkins apresenta igual convicção em todas as partes de seu livro, só o refutarei nos pontos representativos. Com isso, deixo aos leitores a prerrogativa de tirar as próprias conclusões sobre a confiabilidade do todo das evidências e dos juízos desse autor.
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Alister McGrath |